segunda-feira, 15 de setembro de 2008

By your side (Bill and Tom Kaulitz) - Capitulo 8



“Katie? A comida já está na mesa!” disse a Simone quando entrou no meu quarto, acordando-me

“Obrigado! Desço já…” disse espreguiçando-me enquanto a Simone estava a sair do quarto

Levantei-me e fui à casa de banho fazer a minha higiene pessoal, depois vesti a roupa que tinha a mais na minha mochila, umas calças de ganga e uma t-shirt, também não tinha muita escolha, pois apenas tinha trazido comigo duas mudas de roupa. Assim que me acabei de vestir desci para a cozinha.

“Bom dia!” disse para a Simone, o Bill e o Tom que já estavam sentados na mesa à minha espera

“Bom dia!” responderam todos em conjunto

Wow o Bill disse-me “bom dia”, será que ele já fala comigo de novo?

Sentei-me e comecei a comer.

“Simone, não se importa que eu hoje vá sair? É que eu tenho de ir visitar uma pessoa…” perguntei-lhe

“Claro que não querida, podes ir… Mas não chegues muito tarde está bem? Eu não gosto que vocês andem sozinhos na rua à noite…”

“Sim, claro!” disse e continuei a comer

O resto do pequeno-almoço foi bastante calmo, de vez em quando eu e o Bill trocávamos olhares, mas nada mais.

Quando acabei de comer subi ao meu quarto (estranho dizer “meu quarto”, quando de verdade não parece ser o meu quarto, acho que ainda não estou habituada à ideia de que a minha vida é aqui agora) para pegar na minha mala e comecei a caminhar para a entrada, mas pelo caminho parei no quarto do Bill porque o ouvi a cantar, então fiquei a escutá-lo.


Ich muss durch den Monsun
Hinter die Welt
Ans Ende der Zeit
Bis kein Regen mehr fällt
Gegen den Sturm
Am Abgrund entlang
Und wenn ich nichtmehr kann
Denk'ich daran
Irgendwann laufen wir zusammen
Durch den Monsun

Ein halber Mond versinkt vor mir
War der eben noch bei dir ?
Und hält er wirklich was er mir verspricht ?

Ich weiß, dass ich dich finden kann
hör deinen Namen im Orkan
Ich glaub noch mehr dran glauben kann ich nicht


Fiquei ali parada sem saber o que fazer, estava completamente hipnotizada pela sua voz. Nunca pensei que ele tivesse uma voz tão linda. Estava tão hipnotizada que nem dei por ele acabar de cantar e fui surpreendida quando ele abriu a porta e se deparou comigo, praticamente encostada à porta do seu quarto.

“O que estás aqui a fazer?” perguntou-me surpreendido

“Ah… Eu… Eu… Eu estava de saída!” disse meio atrapalhada

“De saída? Encostada à porta do meu quarto?”

“Ah… Eu… Pronto ok, eu confesso! Eu estava a ouvir-te cantar.” disse um pouco embaraçada

“Tu ouviste-me cantar?”perguntou o Bill preocupado

“Sim, porquê?” perguntei sem saber porque é que ele estava tão preocupado

“Por nada, mas sabes que não se deve escutar atrás das portas?”

“Desculpa, mas eu gostei muito de te ouvir cantar e não consegui resistir…” disse arrependida e consegui reparar que o Bill corou um pouco com o que eu lhe disse

“Sim, mas que isso não se torne num hábito!” disse muito sério e voltou a entrar para o quarto, fechando a porta praticamente na minha cara

Eu fiquei ali imobilizada a olhar para a porta e consegui ouvir um estrondo pequeno vindo do seu quarto, que mais parecia que ele tinha dado um murro em algo. Porque é que será que ele está assim comigo? Decidi entrar no seu quarto para obter a resposta a esta pergunta. Bati e entrei em seguida.

“Diz?” disse ele quando eu bati

“O que é que se passa contigo? Porque é que estás tão bruto comigo? Para tua informação não fui eu que te beijei, foste tu! Se não gostas-te pois eu não tenho culpa, mas acho que me podias dizer isso na cara em vez de me andares a tratar assim… Se quiseres eu vou-me embora da tua casa, é que sinceramente eu não suporto viver aqui contigo com esse mau feitio. Queres que saia?” disse num tom alto enquanto ele olhava chocado para mim devido à minha reacção.

Ele não respondeu, apenas se limitou a olhar pela janela que estava ao lado da sua cama.

“Ok, suponho que isso seja um sim… Adeus!” disse virando as costas pronta para sair do seu quarto, quando sinto uma mão agarrar-me o braço e a virar-me para trás.

“Não, não vás…” disse o Bill ainda a agarrar-me o braço, mas de forma suave. Cada vez que ele me tocava, parecia que todo o meu mundo começava a girar e eu começava a sentir um arrepio por todo o meu corpo, porque é que será que ele tem este efeito em mim?

Estávamos frente a frente e a olhar-nos nos olhos.

“Porquê? Tu não me queres aqui…”

“Eu não quero que vás…” disse baixinho

“Porquê?” disse levantando um pouco a voz e de repente ele beija-me. Um beijo suave mas com paixão ao mesmo tempo. Ele agarrou-me pela cintura com uma mão, enquanto a outra acariciava o meu cabelo enquanto me beijava. Quando nos separamos ele olhou-me nos olhos e disse:

“Por isto!”

“Então e se não queres que vá porque é que andas tão bruto comigo?”

“Porque eu não me queria envolver contigo, mas é mais forte que eu…”

“E porque é que não queres? O que é que significou este beijo?”

“Eu não me posso envolver contigo, simplesmente não posso…” disse ele afastando-se de mim e jogando a mão à cabeça

“Porquê?”

“Porque não posso… NÃO POSSO!” gritou

“Ok, então eu facilito-te as coisas… Adeus!” disse saindo do seu quarto e batendo com a porta para ir para o meu quarto

Comecei a arrumar a minha mochila e saí de casa. Dirigi-me para a casa da Christine, não falava com ela desde a noite em que os meus pais faleceram naquele estúpido incêndio. Quando lá cheguei bati à porta e ela veio abrir.

“Katie?” perguntou ela surpreendida e depois deu-me um grande abraço

“Olá!”

“Onde é que tens andado? O que se passou? Estava tão preocupada contigo…” disse abraçando-me outra vez

“Posso entrar e conto-te tudo?”

“Claro, entra!”

Ficamos o resto do dia na conversa e eu contei-lhe tudo o que se tinha passado desde que eu tinha saído da casa dela.

“Então e agora o que vais fazer?” perguntou-me a Christine depois da nossa longa conversa

“Não sei… Mas eu não suportava estar a viver com eles da maneira como o Bill estava comigo…”

“Mas eu acho que ele gosta de ti, pelo que me contas-te…”

“Se gosta não o demonstra da melhor forma, quer dizer, primeiro beija-me e depois ignora-me e fala mal comigo?”

“Pois tens razão, mas ele deve ter algum motivo para estar a agir assim… Então mas agora onde vais morar? Eu gostava que pudesses ficar aqui, mas tu sabes como são os meus pais, parece que vivem na pré-história! Mas se quiseres podes dormir aqui hoje, eles só voltam daqui a três dias…”

“Obrigada! Não sei o que seria de mim sem ti…” disse abraçando-a, já tinha saudades de falar com ela, a única que me compreendia. De repente o meu telefone começa a tocar, não conhecia o número. Quem poderia ser a estas horas, afinal de contas já era bastante tarde, mas eu decidi atender na mesma.

“Sim?” disse quando atendi

“Katie? Onde estás?” perguntou-me o Tom

“Tom?” perguntei para ter a certeza se era mesmo ele

“Sim… Onde estás?”

“Na casa de uma amiga… Eu não vou voltar para ai Tom!”

“Porquê? É por causa do Bill?”

“Sim…”

“Mas o que é que se passou? Ele está super preocupado e agora descubro que sais-te de casa…”

“O teu irmão que te explique o motivo…”

“Vá lá, não te podes ir embora por causa do Bill… Onde é que vais morar?”

“Não te preocupes, eu cá me arranjo, obrigada!”

“Não… Tu não vais ficar sozinha, nem penses… Onde mora essa tua amiga? Eu vou-te ai buscar!”disse o Tom

“Na rua mesmo ao lado da minha, número 92”

“Ok, até já!” disse desligando a chamada

“Então vais voltar para lá?” perguntou-me a Christine

“Pois acho que não tenho muita escolha, não tenho mais nenhum sitio onde morar…”

Pouco tempo depois ouvimos a campainha a tocar. Fomos abrir, era o Tom… e o Bill. Oh não! Porque é que ele veio?

“Olá” disse-lhes

“Katie, podemos falar?” perguntou-me o Tom

“Sim! Vamos para o jardim? Ah já agora, esta é a Christine, a minha melhor amiga!” disse eu apontando para ela

“Olá!” disseram o Tom e o Bill e depois eu e o Tom fomos para o jardim para conversar

“Afinal o que é que se passa? Porque é que te vieste embora? O Bill não me conta nada…” perguntou-me o Tom

“Porque não consigo viver com vocês…”

“Porquê? O que é que aconteceu?”

“Ele voltou a beijar-me Tom e depois gritou-me que não se podia envolver comigo. Como é? Ou quer ou não quer…” disse-lhe e ele ficou um pouco calado e depois respondeu:

“Eu já sei porque é que ele está assim…”

“Porquê?” perguntei curiosa

“Isso não te posso ser eu a dizer, mas peço-te que confies em mim e que venhas comigo. Quando chegarmos a casa eu falo com ele, está bem?”

“Ok, mas eu hoje não quero falar com ele…”

“Ok”

Quando voltamos para dentro de casa o Bill e a Christine estavam sentados na sala em silêncio à nossa espera.

“Vamos mano?” perguntou o Tom

“Sim!” respondeu o Bill e depois levantou-se para irmos embora

“Nós depois falamos Christine…” disse eu

“Ok, adeus…” disse ela

Saímos de casa e começamos a caminhar para a casa dos gémeos. O caminho para casa foi bastante silencioso e rápido, pois a casa não ficava muito longe.

Quando chegamos a casa cada um foi para o seu quarto e como o meu quarto era ao pé do quarto do Tom, eu conseguia ouvi-lo a tocar guitarra. Primeiro o Bill canta tão bem que é capaz de me hipnotizar e depois o Tom toca guitarra super bem? Saí do meu quarto e dirigi-me ao quarto do Tom, bati à porta e como ele disse para eu entrar, assim o fiz.

“O que foi?” perguntou-me ele

“Não sabia que tocavas guitarra!” disse-lhe

“Não?”

“Não, porquê? Deveria saber?”

“Não…”

“Então e não me queres ensinar a tocar algo? Sempre quis aprender a tocar guitarra…”

“Claro! Anda cá…” disse o tom chamando-me para a cama, onde ele estava sentado com a guitarra no seu colo. Quando me sentei, ele aproximou-se de mim e colocou a guitarra no meu colo. Pôs o seu braço à minha volta para me ajudar com os acordes e usou a outra mão livre para me ajudar a tocar. Estávamos tão colados que eu conseguia sentir a sua respiração no meu pescoço, o que me estava a deixar arrepiada, mas eu estava a fazer o máximo de esforço para que ele não notasse. Não me estava a conseguir concentrar e os acordes estavam a sair todos mal.

“Tens de ter atenção aos acordes, assim..” disse e mostrou-me como se fazia

“Acho que não tenho muito jeito para isto…” disse olhando para ele, mas isso fez com que as nossa caras ficassem praticamente coladas. Ficamos a olhar um para o outro e ele alternava o seu olhar entre os meus olhos e os meus lábios. Começamo-nos a aproximar até que sinto os seus lábios nos meus. A maneira de beijar do Tom era totalmente diferente da do Bill. O Bill era mais romântico e carinhoso, enquanto que os beijos do Tom eram mais arrebatadores. Quando os nossos lábios se separaram eu afastei-me dele. O que estava a acontecer? Primeiro o Bill e agora o Tom?

“Desculpa!” disse o Tom

“Eu tenho de ir…” disse e saí rápido do quarto.

Quando cheguei ao meu quarto deitei-me na cama e adormeci a pensar em tudo o que me estava a acontecer.


4 comentários:

Anónimo disse...

heheh, a 1º a comentar...lol.. sem duvida k o alteras-t bastat, mas fikou bem melhor axim...meu deus, e nestes momento k eu n m importava d ser a Katie, n por cause do bill, mas sim por cause do Tom... OMFG, eu tb kero aprender a tocar guitarra assim...lol
keep writing, you're doing a greeat job!!

Amy Allen disse...

ahah logo os 2 atras de ti xD

boa maneira de aprender guitarra LOL

posta maiis!!!

kuss*

Anónimo disse...

Sera k n poxo deixar d ser a Amy por uns momentos e paxar a ser a Katie so por um bocado priminha??? Please, eu promrto k depois d "aprender guitarra" devolvo-t a personagem...

Mitchie disse...

Aleluia um capitulo xD
Ta mesmo fixe ai ai os 2 manos que quebra coracoes <3
LOL ta memo fixe..
Bjocas :)