terça-feira, 28 de outubro de 2008

By your side (Bill and Tom Kaulitz) - Capitulo 19


Dexculpem a demora, mx tenho andado km um "bloqueio", ñ conseguia escrever nem uma linha que parecesse razoável. E km queria que lessem alguma coisa de jeito preferi esperar. Ah e a escola tmb ñ tem ajudado mt. xD Bm chega d conversa, espero que gostem deste capitulo e ñ xe esquexam de comentar! =D



“Bem vamos?” perguntei

“Sim, deixa-me só ir buscar a minha mala…” disse a Christine

Depois de 30 minutos a caminhar, chegámos ao nosso destino, o parque de diversões.

“Chegámos!” disse entusiasmada

“Eu não acredito, que fixe!” disse o Bill super contente

“Vês, eu disse-te que ias gostar!”

“Sim!”

“Então e onde querem ir primeiro?” perguntou a Christine

“Montanha-russa!” disse-lhe com um sorriso

“Fixe!” disse a Christine e dirigimo-nos para o local onde estava a montanha russa

Depois de uma volta emocionante na montanha-russa, decidimos ir todos para os carros de choque, onde eu e o Bill íamos num carro e o Tom e a Christine iam noutro. Eu sabia que ela desconfiava que eu e o Bill namorávamos, ela conseguia sempre descobrir o que se passava comigo, não sabia como ela o fazia, mas era perita nisso. Mas por outro lado, o Bill também começava a desconfiar de algo entre mim e o Tom, pois havia imensas trocas de olhares entre nós. Quando eu olhava para o Tom ele agarrava-se mais à Christine, como que a querer fazer me ciúmes. Detesto dizer isto, mas estava a resultar. Não estava nada a gostar de vê-lo atirar-se à minha melhor amiga.

Depois de algumas voltas nos carrinhos de choque, decidimos fazer uma pausa para comer, então fomos buscar o que queríamos comer e sentámo-nos num banco de jardim a comer.

“Bem este parque é mesmo fixe, nunca tinha vindo aqui…” disse eu

“Pois eu já vim aqui algumas vezes e adoro!” disse a Christine

“Então e vocês também estão a gostar?” perguntei ao Bill e ao Tom

“Sim, é fixe…” responderam os dois

“Sabes, aqui nesta feira há uma Casa Assombrada super fixe…” disse a Christine

“Sério? Temos de ir lá!” respondi empolgada

“Então podemos ir depois de comermos…”

“Ok!” respondi contente

Quando acabamos de comer dirigimo-nos para a Casa Assombrada da qual a Christine tinha falado, e ela tinha razão, parecia mesmo real. Se o aspecto exterior já era real eu nem queria imaginar o interior, mas estava super curiosa e empolgada para entrar. A Christine estava também super entusiasmada, pois ela gosta deste tipo de coisas tanto como eu. Quanto ao Bill já não se pode dizer o mesmo, a sua expressão dizia tudo, parecia estar aterrorizado por ter de entrar num sítio daqueles e o Tom apenas se limitava a observar a Casa.

“Vamos? Vocês vão adorar, é super assustadora!” disse a Christine e ouvimos o Bill engolir em seco como quem está apavorado. Olhámos todos para o Bill e começamos a rir.

“Se não quiseres não é preciso ires!” disse olhando para o Bill

“Ele é mesmo um mariquinhas! Bill aquilo não é realidade!” disse o Tom

“Eu sei, mas eu não gosto muito…” disse o Bill a tentar-se defender

“Não faz mal, não precisas de entrar…” disse a Christine

“Sim, podes esperar aqui por nós, nós não demoramos muito…” disse eu

“Ok, vão lá que eu espero aqui por vocês…” respondeu o Bill

“És sempre o mesmo!” protestou o Tom

“Olha quem fala!” ripostou o Bill

“Vá meninos! Não vão começar pois não?” perguntei-lhes

“Ele é que me está sempre a chatear-me!” disse o Bill

“Vá vamos!” disse a Christine e começamos a dirigir-nos para a entrada da Casa Assombrada.

Assim que pagamos os bilhetes para entrarmos, um senhor com um aspecto muito assustador, indicou-nos o caminho. A casa era muito escura, parecia mesmo uma casa abandonada e estava decorada com mobília que parecia ter séculos. A primeira a entrar foi a Christine, depois eu e em seguida o Tom. Eu adoro este tipo de coisas, mas tenho de admitir que às vezes assusto-me mesmo a sério. Começamos a caminhar os três muito juntos, mas a Christine que já conhecia a casa, começou a ganhar-nos algum avanço. Estava a achar bastante estranho ainda não ter acontecido nada para nos assustar, mas mesmo assim continuamos a andar. Já estávamos a sair da primeira sala que tínhamos entrado, quando um esqueleto que estava na parede, mas que devido à luz não se via, começou a fazer um ruído alto e a mexer-se freneticamente, fazendo com que eu desse um salto enorme, aterrando praticamente em cima do Tom. Ficámos durante algum tempo abraçados a olhar um para o outro, os seus lábios já estavam praticamente colados aos meus, quando de repente o esqueleto começa a mexer-se de novo, fazendo com que ambos saltássemos com o susto. Depois de recuperar do susto, lá consegui pronunciar algo.

“Possa odeio este esqueleto!” disse chateada

“A quem o dizes!” disse e ambos nos rimos

Continuamos a nossa viagem pela casa, onde passámos por coisas que fizeram-nos saltar como nunca tínhamos saltado antes. Mas eu adorava aquela adrenalina de quando não estávamos à espera que algo acontecesse, quando o ambiente estava calmo e de repente algo aparecia e fazia-nos morrer de susto. Passados alguns compartimentos da casa e de muitos sustos, consegui perceber que já estávamos a chegar ao fim porque já conseguia avistar a saída. Continuei a caminhar para me dirigir à saída, mas o Tom impediu-me que eu o fizesse, agarrando o meu pulso e puxando-me para ele. As nossas faces estavam apenas a milímetros uma da outra e eu conseguia sentir a sua respiração acelerada. Eu sabia que ele me desejava e ele sabia que eu também o desejava, mas ambos tínhamos consciência de que esse desejo não poderia ser satisfeito. Ele olhava para os meus lábios, como que a pedir que eu o beijasse, mas eu tentava com todas as minhas forças controlar o meu corpo, que neste momento tinha mais poder do que a minha consciência. Não consegui tomar o controlo e deixei que ele me beijasse, um beijo selvagem mas doce ao mesmo tempo. Enquanto nos beijávamos, ele encostou-me à parede, percorrendo o meu corpo com as suas mãos.

“Tom, nós não podemos!” disse afastando-o de mim

“Mas eu sei que tu me queres tanto com eu te quero a ti!” disse o Tom a tentar-se aproximar de mim outra vez

“Sim eu posso querer, mas eu estou comprometida com o teu irmão. Não lhe posso fazer isto, ele é teu irmão!” disse afastando-me

“Eu sei que não devemos, mas tu deixas-me completamente fora de controlo. Sempre que estou perto de ti só me apetece beijar-te e nunca mais te largar. Custa-me saber que é o meu irmão quem te pode ter só para ele…”

“Eu sei, mas não podemos! Eu não posso fazer isto ao Bill, ele não merece, muito menos da tua parte. Ele confia em ti e não podemos simplesmente trai-lo! Desculpa Tom…” disse a afastei-me dele em direcção à saída, onde o Bill e a Christine estavam à nossa espera.




segunda-feira, 13 de outubro de 2008

By your side (Bill and Tom Kaulitz) - Capitulo 18


Comentem ok? *-*



“Toca a acordar seu dorminhoco…” disse dando-lhe um beijo leve nos lábios

“Mas estou tão bem aqui contigo…” disse abraçando-me ainda mais

“Eu sei Bill, mas vais ver que o dia de hoje vai ser divertido! Vá vamos…” disse tentando me soltar do seu abraço

“Hmm, o que vamos fazer?”

“É surpresa!”

“Surpresa? O que é?” perguntou o Bill curioso sentando-se na cama

“Se é surpresa não te posso contar!”

“Oh, vais me deixar curioso?” perguntou o Bill fazendo-me uns olhinhos que ele sabia que me deixavam completamente indefesa

“Vou!” disse resistindo ao seu olhar e sorrindo enquanto me levantava da cama

“Ei onde vais?” disse surpreso

“Tomar banho, porquê? Queres me fazer companhia?” disse com um sorriso maroto encostada à porta da casa de banho que havia no meu quarto

“Hm já que insistes…” disse levantando-se da minha cama e vindo na minha direcção

“Já que insistes? Então agora já não tens direito a banho em conjunto!” disse e entrei para a casa de banho e fiquei encostada à porta a rir-me baixinho

“Oh Katie, vá lá! Eu sei que tu queres…” disse o Bill do outro lado da porta para que eu lhe abrisse a porta

“Pois quero, tomar banho sozinha…”

“Ai sim? Então está bem, hoje também já não te faço companhia à noite…”

“Isso é chantagem menino Bill!”

“Está a resultar?”

“Não!”

“Ok, então eu vou embora…” disse o Bill afastando-se da porta

“Não!” disse-lhe ao mesmo tempo que abri a porta

“Eu sabia que não me conseguias resistir!” disse o Bill com um sorriso

“Não sejas tão convencido!”

“Convencido? Eu já te digo quem é convencido…” disse e começou a fazer-me cócegas. Não consegui aguentar e acabamos por cair os dois no chão, ele em cima de mim.

“Não Bill, pára, pára…” disse entre risos implorando para que ele parasse de me fazer cócegas

“O que é que eu levo em troca?” disse parando

“Quer dizer fazes me cócegas e ainda queres algo em troca?”

“Ok, então não paro…” disse continuando a fazer-me cócegas

“Não, não, Biiiiiiiiiill… Ok, desisto!” disse já não aguentando mais as cócegas

“Isso quer dizer que sempre posso tomar banho contigo?”

“Siiiimmm, mas pára por favor…” disse e ele parou

“Tu és cruel!” disse a olhá-lo nos olhos

“Eu sei que me adoras…” disse sorrindo e dando-me um beijo nos lábios

“A tua sorte é que eu não consigo resistir, senão estavas feito menino Bill!” disse dando-lhe um beijo rápido nos lábios enquanto o tirava de cima de mim para me levantar

“Ainda quero saber onde vamos hoje!” disse o Bill levantando-se do chão

“Logo vês quando lá chegarmos, só te posso dizer que a Christine e o Tom também vão connosco…” disse começando-me a despir

“O que será que vocês andaram a combinar… Eu não aguento estar curioso…” disse o Bill começando-se a despir também

“Pois mas parece que desta vez vais ficar…” disse e entrei para a banheira, onde o Bill entrou a seguir

“Cada dia que passa está mais bonita…” disse passando a sua mão pelo meu peito

“O que tu queres já eu sei!”

“Hm e porque não? Não queres?” disse com um sorriso maroto

“Porque será que me dificultas sempre essas respostas?” disse e depois beijei-o

Depois de vários beijos e carícias, acabámos por fazê-lo ali, debaixo do chuveiro, o que tornava o momento numa sensação incrível. Sempre que fazíamos amor, dávamos tudo de nós, era como se depositássemos naquele preciso momento, todo o amor que sentíamos um pelo outro, sentimento esse que ia crescendo de dia para dia. Muitas pessoas fazem sexo apenas por fazer, porque lhes dá prazer apenas, mas no nosso caso o sexo era muito mais que isso, era um momento que unia os dois, num ambiente de paixão, atracção e prazer.

Quando estávamos prontos, descemos para tomarmos o pequeno-almoço e o Tom já estava na cozinha.

“Bom dia!” eu e o Bill dissemos em conjunto

“Bom dia!” respondeu o Tom não muito entusiasmado

“Tom, hoje tenho o dia planeado para nós. Não tens nada combinado pois não?” perguntei-lhe

“Hmmm, acho que não…”

“Ok, então às 2.30h temos de estar todos prontos ok?”

“Ok!” responderam os dois

“Mas o que vamos fazer?” perguntou o Tom confuso

“É surpresa…” disse com um sorriso

“Surpresa?”

“Não tentes saber o que é porque ela não te vai dizer mano…”

“Hmmm, ok!” disse o Tom pouco interessado, continuando a comer

Eu não aguentava estar nesta situação com o Tom, o ambiente entre nós não era nada positivo e eu não queria perder a sua amizade só porque as coisas entre nós não resultaram.

“O que acham de irmos ver um DVD enquanto esperamos para que sejam 2.30h?” perguntei-lhes

“Acho boa ideia!” disse o Bill

“E tu Tom?”

“Ah, sim… Eu por mim tanto me faz…” disse despertando dos seus pensamentos

“Ok, então eu vou escolher enquanto vocês acabam de comer…” disse saindo da cozinha e indo para a sala

“O que se passa contigo?” perguntou o Bill para o Tom

“Nada, apenas estou cansado, não dormi muito bem…”

“Só isso de certeza?”

“Sim!”

“Há algo que me andas a esconder! Sabes que sou teu irmão, podes confiar em mim e contar-me o que se passa…” disse o Bill

“Já disse que não se passa nada!”

“Pronto, ok!”

“Vamos?” perguntou o Tom levantando-se da mesa

“Sim!” respondeu o Bill e dirigiram-se para a sala

“Meninos eu não sei se vão gostar do que eu escolhi, mas eu adoro este filme!” disse olhando para eles com o DVD na mão

“Piratas das Caraíbas?” Perguntou o Bill

“Sim, porquê, não gostas?”

“Gosto, só não sabia era que também gostavas…”

“E tu Tom?” perguntei-lhe

“Ya, eu também gosto…”

Sentámo-nos no sofá grande a ver o filme, o Bill do meu lado direito e o Tom do meu lado esquerdo. De vez em quando eu via pelo canto do olho que o Tom me estava a observar, mas eu continuava a prestar atenção ao filme, não podia deixar que o Bill percebesse que se passava alguma coisa entre mim e o Tom. Eu sabia que isto não era fácil para o Tom, mas o que ele tinha a fazer agora era aceitar e seguir com a sua vida.

Quando o filme acabou já eram duas horas, por isso fomos preparar as coisas para irmos ter com a Christine. Quando já estávamos todos prontos, saímos.

Quando lá chegamos, eu bati à porta e ela veio abrir.

“Katie!”

Christine!” disse e depois abraçamo-nos

“Olá rapazes!” disse a Christine quando quebramos o abraço

“Olá!” responderam os dois

Consegui reparar que houve uma troca de olhares entre o Tom e a Christine. O que seria aquilo?


P.S: Que caretas são essas meninos? xD

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

By your side (Bill and Tom Kaulitz) - Capitulo 17


Espero que gostem xD



… era a Christine!

“Amanhã queres combinar algo? Já tenho saudades! Küss” Sorri quando li a sua mensagem, por acaso também tinha bastantes saudades dela, mas com tantos problemas, que nem tenho tido tempo para estar com ela.

“Claro!! Também já estou a morrer de saudades… Planos a duas ou podemos ter companhia connosco? XD” respondi-lhe

“Podes trazer companhia… estava a pensar em irmos ao parque de diversões… O que achas?”

“Acho óptimo! Era mesmo isso que eu estava a precisar!”

Ok, então está combinado! Amanhã às 3h na minha casa…”

Ok, ate amanhã! Küss

“Ate amanhã… Kiss

Quando acabamos de enviar mensagens uma à outra, deitei-me na minha cama a ver um pouco de TV, mas não estava a dar nada de interessante e como não tinha sono, levantei-me para ir ao quarto do Bill. Não me apetecia estar sozinha, precisava da sua companhia… =P

Levantei-me da cama e de mansinho caminhei até ao quarto do Bill, mas ele já estava a dormir e eu não o queria acordar. Aproximei-me dele, acariciei-o e depois beijei-o na face. Em seguida saí do seu quarto e como não queria mesmo nada estar sozinha, decidi ir ter com o Tom. Afinal, nós tínhamos de falar…

Assim que cheguei à porta do seu quarto bati à porta e ele disse que eu podia entrar.

“Então ainda acordada? Não consegues dormir?” perguntou o Tom que estava deitado na cama a ouvir musica

“Não… E não me apetece estar sozinha…” disse com uma voz meiga

“Anda cá...” disse o Tom chamando-me para a cama e eu comecei a dirigir-me para lá, mas com passos demorados

“Tom… tu estás chateado comigo?” perguntei-lhe quando me sentei na cama

“Eu? Não…” respondeu rápido

“De certeza? Quase que não me falas e a maneira como reagiste quando te contei que namorava com o teu irmão…”

“Eu sei, mas eu apenas ainda não me habituei à ideia que não te posso ter, que o meu irmão conquistou-te primeiro…”

“Tens de te habituar à ideia Tom, não podes ficar assim comigo para sempre… Eu admito que gostei de ti, mas o sentimento pelo teu irmão é mais forte…”

“E porque é que não me deixaste tentar? Porque é que não me deixaste mostrar-te o que eu sinto por ti? Eu sei que andas com o meu irmão, mas eu continuo a desejar-te…” disse aproximando-se de mim, mas eu afastei-me

“Porque é que foges de mim?”

“Sabes que não pode acontecer nada entre nós, eu agora sou namorada do teu irmão!” disse levantando-me da cama

“E porque é que insistes em lembrar-me disso? Podíamos esquecer esse assunto por um pouco e deixar-nos levar pelo momento!” disse levantando-se também da cama e aproximando-se de mim

“Não Tom, não podemos, não posso…” disse afastando-me até ficar encostada à porta do quarto o que fez com que ele continuasse a avançar na minha direcção

“Podes e queres, estás é a fazer-te de forte…”

“Não, eu não quero…” disse não muito segura do que estava a dizer, porque é que ele me estava a fazer isto? Porque é que ele me torturava desta maneira? Eu não podia trair o Bill, não podia e não o ia fazer…

“Diz-me que não queres isto…” disse agarrando-me suavemente e beijando os meus lábios em seguida. Eu não queria fazer aquilo, mas ao mesmo tempo era quase impossível resistir-lhe. Não lutei muito para o afastar de mim pelo contrário, continuei a beijá-lo e passado um bocado ele separou os seus lábios dos meus. “Eu sabia que querias!” disse o Tom com um sorriso

“Não, não queria! E espero que isto não se volte a repetir!” disse com as lágrimas nos olhos e afastei-o de mim.

Corri o mais rápido que pude para o meu quarto, fechei a porta e atirei-me para a minha cama a chorar. Por um lado eu queria beijar o Tom e muito mais, mas o que eu sentia por o Tom era mero desejo, que com o tempo tinha de aprender a controlar. O que eu sentia pelo Bill era muito próximo do amor e eu não queria perder esse sentimento por um mero desejo, ainda por cima com o seu irmão. Eu não era o tipo de rapariga de trair alguém, nem um amigo, quanto mais o meu próprio namorado. Eu conseguia perceber no olhar do Tom que o que ele sentia por mim também era puro desejo e não um sentimento profundo, que me fizesse pôr tudo em risco por ele. O sentimento de culpa apoderava-se agora de mim, por ter traído o Bill com o seu próprio irmão. Eu sei que foi apenas um beijo e que nem foi por minha iniciativa, mas eu sentia-me culpada na mesma e não conseguia parar de pensar no Bill, em como eram bons os momentos que tínhamos passado juntos.

Desliguei a televisão do meu quarto e fui para o quarto do Bill, entrei e deitei-me ao seu lado.

“Bill, posso dormir contigo? Não quero estar sozinha…” disse baixinho enquanto o acariciava. Ele abriu os olhos com alguma dificuldade e olhou para mim

“Claro que podes…” disse abraçando-me bem juntinho a ele

Era assim que eu me sentia bem, que me sentia segura e confiante. Sorri e fiquei a olhar para ele a dormir, acabando por adormecer também passado algum tempo.



quarta-feira, 8 de outubro de 2008

By your side (Bill and Tom Kaulitz) - Capitulo 16

Desculpem este estar pequenino e não estar grande coisa, mas a minha cabeça já não dá para muito, acho que tou a precisar de férias outra vex xD



“Mãe, eu posso explicar…” disse o Bill atrapalhado. Quando o Bill saiu da minha frente, eu consegui ver que a Simone segurava um pacote de um preservativo vazio, o que tínhamos usado na nossa primeira vez. O que é que aquilo fazia nas mãos da Simone? Pelo olhar e o tom de voz dela, tínhamos uma longa conversa pela frente.

“Explicar? Há alguma coisa para explicar? Eu disse para vocês terem juízo!” gritou a Simone

“E nós tivemos! Usamos o preservativo…” disse o Bill enquanto eu tentava não me rir do que ele tinha acabado de dizer. Por outro lado, a Simone ficou com cara de quem estava prestes a ter um ataque cardíaco.

“Bill, atenção às respostas!”

“O que foi?” perguntou o Bill como se não percebesse o que a mãe lhe estava a dizer

“Bill, tu tens apenas 16 anos! Ainda és muito novo…”

“Isso acontece quando é o momento certo mãe, e mais tarde ou mais cedo iria acabar por acontecer…”

“Momento certo? Com 16 anos?” disse a Simone mais uma vez com o tom de voz um pouco elevado, enquanto eu observava a discussão

“Mãe?? O que é que se passa aqui?” perguntou o Tom entrando na sala devido à gritaria

“Agora não te metas Tom!” disse a Simone

“Pois é melhor não, ou ainda sobra para mim…” disse afastando-se, mas ficando na mesma a assistir à discussão

“Eu não fazia a mínima ideia de que a vossa relação já tinha chegado tão longe... Vocês têm de perceber que isso é uma coisa que é para ser feita com muita responsabilidade, coisa que pelos visto vocês não têm!”

“Simone… Posso falar consigo? Sozinhas…” perguntei-lhe um pouco a medo e o Bill olhou para mim com um olhar como de quem diz: “Tens a certeza?”

“Sim!” respondeu a Simone séria

Fomos para o jardim para podermos ter mais privacidade e sentámo-nos num dos bancos de jardim que estão perto da piscina.

“Simone eu queria pedir desculpa pelo que aconteceu… Eu sei que já ando a abusar da sua simpatia… Você ajudou-me, deu-me um lar, comida, roupa, tudo o que uma mãe deve dar a um filho e a maneira que eu tenho de lhe agradecer é começar a namorar com o seu filho. Eu sei que não é correcto e que o que fizemos foi inconsciente, mas nós fizemo-lo porque gostamos ambos bastante um do outro e simplesmente aconteceu… Desculpe!” disse evitando o seu olhar

“Mas vocês conhecem-se à tão pouco tempo…”

“Eu sei, mas eu não sei como explicar, mas cada dia que passa eu gosto mais do seu filho e não o consigo evitar. Eu queria que soubesse que não o fizemos apenas por fazer, mas sim porque significava muito para ambos…”

“Eu peço desculpa a minha reacção, mas foi um grande choque para mim saber que vocês já se tinham envolvido a esse ponto… Eu sei que não vos posso impedir de o fazer, mas peço-vos que o façam com responsabilidade acima de tudo, ok?”

“Esteja descansada, segurança acima de tudo!” disse com um sorriso o que fez a Simone sorrir também

“Bem, e agora é melhor irmos jantar…” disse a Simone

“Sim!”

O jantar decorreu normalmente e não voltámos a tocar no assunto da discussão. O ambiente ainda estava um pouco tenso entre nós, mas isso iria passar depressa. O Tom, por sua vez, estava bastante pensativo. Será que ele estava assim por causa da discussão também?

Eu no início senti uma atracção (enorme xD) pelo Tom, mas neste momento sei que é o Bill de quem eu gosto e que irei fazer de tudo para que nada estrague a nossa relação.

Quando acabamos de jantar fomos cada um para o seu quarto e quando eu já estava pronta para me deitar, recebo uma mensagem no meu telemóvel, era…



segunda-feira, 6 de outubro de 2008

By your side (Bill and Tom Kaulitz) - Capitulo 15

Desculpem a demora, mas a escola já começou em força e as ideias também não eram muitas. Já tive um teste hoje, mas consegui arranjar um tempinho para escrever este capitulo...


Ah e OBRIGADO MESMO por todos os comentários... ADORO-VOS! =D

Bem aqui vai, espero que gostem... xD



Começamos a caminhar, e o Bill estava-me a levar por caminhos que eu não conhecia.

“Onde vamos?” perguntei curiosa

“Já vais ver!” disse o Bill sorridente enquanto segurava a minha mão

“Mas eu não conheço isto… Onde será que me vais levar…”

“Tem calma!”

Já estávamos a caminhar à bastante tempo e estávamos numa espécie de mata.

“Já estamos quase a chegar! Confias em mim?” disse o Bill olhando para mim quando parámos

“Sim…”

“Então fecha os olhos, mas não os abras… Não te preocupes que eu guio-te!”

“Está bem!” disse fechando os olhos e deixando que ele me guiasse.

Estive um pouco a caminhar com os olhos fechados quando paramos de repente.

“Chegámos!” disse o Bill e eu abri os olhos. Comecei a olhar em volta, não conhecia aquele lugar mas achei que era o sítio mais lindo que já tinha visto até hoje. Mesmo ao nosso lado estava uma árvore que pendia para o chão, onde dava para nos sentarmos e à nossa frente estava um lago não muito grande, mas que tornava aquele lugar lindo. Fiquei durante algum tempo a observar aquele sítio.

“Então gostas?” perguntou o Bill com um sorriso

“Se gosto? ADORO!” disse e abracei-me a ele

“Eu queria-te levar a um lugar especial no nosso primeiro passeio…”

“Oh Bill, eu já te disse que te adoro?” disse dando-lhe um beijo

“Sim, mas eu não me importo que me lembres disso…” disse ele e eu sorri

“Hmm, e achas que temos companhia aqui ou estamos à vontade?” perguntei com um sorriso atrevido

“Acho que estamos completamente à vontade!”

“Ainda bem…” disse e beijei-o, um beijo longo e intenso.

Ele agarrou em mim e deitou-me com cuidado no chão, sem descolar os seus lábios dos meus. As suas mãos percorriam cada centímetro do meu corpo, arrepiando-me com cada toque. Deslizei a minha mão por baixo da sua blusa, o que o fez arrepiar-se também. Por instantes quebramos o beijo e ficámos apenas a olhar nos olhos um do outro. Como eram lindos os seus olhos, inspiravam confiança e faziam-me sentir feliz e segura. O meu coração batia rapidamente e eu sabia que ele o estava a sentir, mas eu não conseguia evitar. Ele fazia sentir-me especial e cada segundo que eu passava com ele era o suficiente para me apaixonar cada vez mais por ele.

“Sou o rapaz mais sortudo do mundo por te ter ao meu lado!” disse acariciando-me a face e eu sorri

“E eu não trocaria estes momentos por nada deste mundo!” disse-lhe e ele beijou-me em seguida

Sem pressas, fomos tirando a roupa um do outro, ficando ambos apenas de roupa interior. Acariciei o seu peito, os seus braços e por fim a sua face. Estar com ele fazia-me esquecer todos os problemas que já atormentaram a minha vida, fazia-me querer aproveitar cada segundo da minha vida perto dele. Ele olhava para mim e sorria enquanto eu o acariciava, aquele sorriso perfeito que fazia o mundo de qualquer rapariga girar. Eu queria dizer-lhe o que sentia naquele momento, dizer-lhe que queria ficar com ele para sempre e que o amava, mas o receio impedia-me de o fazer. Limitei-me apenas a olhá-lo.

“O que foi?” perguntou com um sorriso, mas eu fiquei em silêncio. Passado algum tempo consegui reagir.

“Bill…. Eu… eu amo-te!” disse ganhando coragem, mas sem conseguir olhá-lo nos olhos. Ele ficou a olhar para mim como se não estivesse à espera que eu fosse dizer aquilo. “Desculpa… eu… eu não devia…” disse atrapalhada

“Shhhh…” disse pondo o seu dedo indicador nos meus lábios “Eu também te amo Katie!” disse e ambos sorrimos. Ele beijou-me apaixonadamente como nunca me tinha beijado antes, como que a demonstrar que o que tinha acabado de dizer era mesmo o que sentia. Depressa a roupa interior que tínhamos já estava espalhada no chão. Fizemos amor mesmo ali, de forma carinhosa, apaixonada e sem pressas, aproveitando o momento ao máximo. Depois, permanecemos ali deitados e abraçados, observando a paisagem que nos rodeava, ao mesmo tempo que trocávamos carinhos e beijos.

As horas iam passando e nós não notávamos, mas já estava a ficar bastante tarde e provavelmente já estariam preocupados connosco.

“Bill, eu acho que é melhor nós irmos… A tua mãe deve estar preocupada!” disse olhando para ele

“Pois, é melhor!” disse e levantamo-nos para nos vestirmos e para irmos embora

Fomos todo o caminho de mãos dadas, não me podia sentir mais feliz do que me sentia naquele momento. Mas nenhum de nós sabia o que nos esperava quando chegássemos a casa. Percorremos o caminho todo de volta para casa e quando chegamos, o Bill abriu a porta e entrámos para a sala. A Simone estava sentada no sofá com cara de poucos amigos, e algo me dizia que ia haver bronca.

“BILL?” disse a Simone num tom elevado

“Sim?” perguntou o Bill dirigindo-se para ao pé da Simone ainda a segurar a minha mão

“O QUE É ISTO?” disse um pouco furiosa, enquanto segurava algo na mão que eu não conseguia ver bem devido ao Bill estar na minha frente.




quarta-feira, 1 de outubro de 2008

By your side (Bill and Tom Kaulitz) - Capitulo 14

Capitulo Bónus xD
Espero que gostem...



“Bill?” disse a Simone com uma voz de quem estava escandalizada, quando nos viu aos beijos na piscina

“Mãe?” disse o Bill atrapalhado enquanto se afastava de mim

“Não precisas de te afastar dela, eu já vi o que tinha a ver… Quando estavam a pensar contar-me?” perguntou séria

“Mas… nós… nós…” disse o Bill super atrapalhado

“Desculpe Simone, mas nós não estamos juntos à muito tempo, íamos contar assim que chegasse, mas não tivemos essa hipótese…” disse eu

“Hmmm… Pois eu fico contente por vocês, mas agora juízo! Entendido?” disse a Simone séria

“Sim mãe!” disse o Bill

“Bem eu vou descansar, tive uma noite para esquecer… Até logo meninos!” disse a Simone enquanto saia do jardim

“Adeus!” dissemos os dois

“Ufa, pensava que ela ia reagir pior!” disse o Bill suspirando

“Sabes que ela já nos andava a topar…”

“Pois, e a minha mãe também sempre foi muito liberal…”

“Mas Bill…” disse mas parei com receio

“Sim?” disse ele olhando para mim

“Sobre o que a tua mãe disse...” não conseguia lhe perguntar, tinha receio que aquilo não passasse de uma aventura para ele

“Sobre nós estarmos juntos?” perguntou

“Sim…” disse timidamente

“Eu não sei o que tu queres, mas eu sei que te quero sempre junto de mim, eu adoro-te e acho que me estou mesmo a apaixonar por ti!” disse enquanto me acariciava a face

“Eu também te adoro, eu senti algo por ti desde o primeiro momento em que te vi, mas tinha receio que me visses apenas como amiga e que isto não passasse de uma aventura…”

“É claro que não! (pegou no meu queixo, obrigando-me a olhá-lo directamente nos olhos) Eu adoro-te e quero ficar contigo!” disse e beijou-me em seguida

“Eu também!” disse-lhe quando quebramos o beijo

“O que achas de irmos nos secar e dar uma voltinha? Quero aproveitar o dia com a minha nova namorada!” disse sorridente

“Namorada?” disse contente

“Sim, aceitas?”

“Claro!” abracei-o e beijamo-nos em seguida

Saímos para nos secar e depois subimos para os nossos quartos para nos vestirmos. Eu ainda estava em roupa interior, a escolher a roupa que queria vestir quando oiço alguém a bater à porta. Pensei que fosse o Bill que já estava pronto por isso respondi que podia entrar. Como estava tão concentrada no que estava a fazer não olhei para ver quem tinha entrado no quarto. De repente sinto umas mãos frias a tocarem o meu ombro e as minhas costas, e como pensei que fosse o Bill, virei-me para o beijar, mas quando me viro dou de caras com o Tom que estava completamente vidrado em mim, parei.

“TOM?” perguntei chocada tentando me tapar

“Não precisas de te esconder, és linda sabias?” disse o Tom ainda a olhar para mim

“Tom, podes sair, por favor!” disse educadamente

“Não, eu quero-te!” disse o Tom tentando agarrar-me

“Mas não me podes ter!!” disse nervosa enquanto ele se aproximava de mim

“E porque não? Porque não gostas de mim?” disse e depois agarrou-me e beijou-me, mas eu depressa me afastei dele

“Não, porque sou COMPROMETIDA! E tu não devias ter feito isto, agora sai…” disse tapando-me depois com um lençol que estava dentro do armário

“Quem é ele?” disse o Tom exaltado

“… O teu irmão!” disse com um pouco de receio

“O quê?” disse chocado

“Sim, eu e o Bill namoramos!”

“Desde quando?”

“Desde hoje! Agora podes sair?”

“Então trocaste-me por ele?”

“Tom nunca houve nada entre nós, ao contrário do que há entre mim e o teu irmão…” disse num tom alto e ele apenas ficou calado. Passado algum tempo respondeu:

“Tu é que perdes!” disse agressivo e saiu quarto

Não sabia como lidar com o que tinha acontecido, eu sabia que ele estava magoado com o facto de eu preferir o seu irmão, mas são coisas que não podemos escolher, não podemos mandar no nosso coração e neste caso ele dizia-me que o Bill era o rapaz certo. Fiquei durante algum tempo a pensar sobre este assunto quando oiço o Bill a chamar por mim.

“Katie?”

“Podes entrar Bill, eu estou quase…” disse pegando numas calças para vestir

“Então tiveste saudades minhas?” disse o Bill aproximando-se de mim para me beijar, mas eu rapidamente quebrei o beijo

“O que foi?”

“Nada… Eu vou só acabar de me vestir e depois podemos ir…” disse enquanto tentava evitar que ele me olhasse nos olhos, ou então não iria aguentar e ia-lhe contar o que se tinha passado. Eu não gosto de mentir e muito menos a uma pessoa que eu gosto.

“Ok…” ele disse e eu continuei-me a vestir. Quando estava pronta descemos e saímos de casa.

“Onde vamos?” perguntei curiosa a olhar para ele

“Logo vez… é surpresa!” disse e sorriu




By your side (Bill and Tom Kaulitz) - Capitulo 13

Desculpem a demora, mas a escola ocupa-me muito tempo e chego cansada a casa e perco toda a inspiração... LOL xD
Bem aqui vai mais um capitulo, obrigado pelos coments =D
(Dedicated do Fallen Angel)

Acordei no dia seguinte ainda nos braços dele. Sentia-me segura quando estava perto dele, sentia que nada nem ninguém me poderia roubar a felicidade que estava a sentir naquele momento. Ainda não caíra em mim, ainda não conseguia acreditar que a noite passada era mesmo realidade. Por mais que tentasse, não conseguia esconder o sorriso, que teimava em se formar nos meus lábios. Ele estava tão sereno, com uma expressão tão meiga, que fiz de tudo para não o acordar. Acariciei-lhe os cabelos e depois a face e ele apenas me puxou mais para junto dele. Sorri. Depois de tantas dificuldades, finalmente tinha alguém que podia amar, alguém com quem podia partilhar os meus medos, as minhas alegrias, tudo. Fiquei durante uns minutos a admirá-lo, a admirar a sua beleza. Cada dia que passava, o meu sentimento por ele crescia e sabia que me estava a apaixonar por ele. Cada beijo, cada toque, cada carícia, cada olhar, era como se o meu mundo parasse naquele momento. Continuei a olhar para ele, queria tocá-lo, mas não o queria acordar.

“Hmmm é bom acordar com uma rapariga linda a olhar para mim…” disse ele abrindo os olhos com alguma dificuldade e dando-me um beijo na face.

“É ainda melhor acordar junto de ti…” disse com um sorriso

“O que achas de me fazeres companhia num banho relaxante?” perguntou o Bill com um sorriso maroto

“Como é que eu posso recusar um convite tão irresistível?”

“Não podes…” disse e ajudou-me a levantar para irmos para a casa de banho. Depois de fechar a porta da casa de banho, empurrou-me com cuidado para a porta e beijou-me enquanto acariciava o meu corpo. Não tentei resistir, pelo contrário, deixei-me levar. Coloquei as minhas mãos no seu pescoço, e de vez em quando acariciava o seu cabelo. Depressa começamos a tirar as poucas roupas que tínhamos vestidas até que ficámos ambos sem nada. Ele olhou-me, mas não apenas um olhar de quem quer apreciar apenas o corpo nu de uma rapariga, mas sim um olhar de um rapaz que quer apreciar a beleza da rapariga pela qual está apaixonado.

“Adoro-te!” sussurrou-me ao ouvido e depois beijou-me

“Eu também!” disse olhando-o nos olhos e ele sorriu.

Ele pegou na minha mão e guiou-me até à banheira, para a qual entramos e tomamos banho, sempre entre beijos e carícias. Quando acabamos, saímos e fomo-nos vestir, pois tínhamos de ir tomar o pequeno-almoço. Quando estávamos prontos descemos para a cozinha.

“Parece que o Tom ainda está a dormir e que a minha mãe ainda não chegou…” disse o Bill a sorrir

“Então quer dizer que podemos tomar o pequeno-almoço sozinhos…” disse aproximando-me dele com um sorriso maroto, com a intenção de o beijar.

“Só eu e tu…” disse ele baixinho já com os seus lábios bem perto dos meus, mas quando ele ia para me beijar eu desviei a cara e ele acabou por me beijar a face. Eu sorri.

“Hmmm agora estás mazinha!?” disse com um sorriso maroto para ver se eu conseguia resistir

“Agora estou é com fome!” disse como se nem estivesse a ligar ao que ele estava a fazer, mas no fundo era difícil vê-lo com aquele olhar tão sexy e a brincar com o piercing e não poder beija-lo logo

“Estás-me a dever um beijinho!”

“hm hm” disse abanando a cabeça que “não”

“Sim sim!” disse e tentou agarrar-me, mas eu consegui fugir

“Sem o meu beijinho não há comida!” disse o Bill

“Oh Bill, vá lá…”

“O meu beijinho…” disse ele esticando os lábios como se fosse beijar-me

“Se me apanhares, recebes o beijinho…” disse e comecei a correr para o jardim, para que ele não me apanhasse, mas assim que eu comecei a correr ele veio logo atrás de mim

“Apanhei-te” disse agarrando-me por trás, o que me fez perder o equilíbrio, fazendo com que ele caísse em cima de mim

“Isso é batota, tu não me apanhaste, tu derrubaste-me ao chão!” disse a rir

“Mas apanhei-te e como prometido mereço o meu beijinho!” disse o Bill com os lábios esticados outra vez

“Ok!” disse e dei-lhe um beijo rápido nos lábios

“Isso não vale, eu quero um beijo maior!” disse amuado

“O prometido era “um beijinho” e não um beijo…” disse a tentar não me rir

“Ok, pronto, ganhaste!” disse ele triste já a preparar-se para se levantar, mas eu agarrei-o e puxei-o para mim, de modo a que o pudesse beijar. Quando nos separamos consegui ver um grande sorriso nos seus lábios.

“Então agora já estás mais contente?” disse a sorrir

“Muito!” disse e voltou a beijar-me

“Agora já posso comer?”

“Ah, podes!” disse ele saindo de cima de mim e ajudando-me a levantar.

“Sabes, hoje até está um dia quente, podemos passar a tarde aqui na piscina… O que achas?” disse olhando para a piscina que estava um pouco mais à frente de onde nós estávamos

“Acho óptimo!” disse sorrindo

Quando acabamos de tomar o pequeno-almoço, subimos para irmos buscar as coisas necessárias para irmos para a piscina e depois fomos para o jardim aproveitar o calor. Quando chegamos ao jardim, eu despi-me, ficando em bikini e deitei-me numa espreguiçadeira que havia à beira da piscina para tentar me bronzear, enquanto que o Bill já estava dentro da piscina a fazer acrobacias.

“Anda, a água está óptima!” disse o Bill

“Não me parece…” disse tirando os óculos de sol e olhando para ele

“Va lá, eu aqueço-te se tiveres frio…” disse com um olhar irresistivel

“Eu já vou daqui a mais um pouco!” disse voltando a por os óculos de sol na cara

“Ok…” disse o Bill e eu fechei os olhos para estar mais relaxada. Passado uns minutos sinto algo frio nos meus lábios e na minha cara. Era o Bill que me estava a beijar, mas como estava todo molhado, acabou por me molhar também.

“BILL!” gritei

“O que foi? Só te queria dar um beijinho…” disse a rir

“A água está gelada!”

“Não está nada anda lá… vá lá….” disse ele com uns olhinhos de cachorrinho abandonado que me estavam a dificultar a resposta

“Oh Bill a água está fria…”

“Eu aqueço-te, vá lá, eu quero estar perto de ti!” disse o Bill e eu não consegui resistir mais

“Ok… mas e bom que me aqueças mesmo!” disse-lhe tentando parecer séria

“Claro!” disse e ambos entramos dentro da piscina.

“Ahhhh, está gelada!” disse a tremer

“Não está nada! Anda cá…” disse ele a chamar-me para onde ele estava. Quando lá cheguei, ele encostou-me à parede da piscina e começou a beijar-me fogosamente, enquanto percorria cada centímetro do meu corpo com as suas mãos.

“Então já estás mais quentinha?” disse quando parou de me beijar

“Muito mais…” disse ainda e tentar recuperar o meu fôlego

“Ainda bem…” disse voltou a beijar-me

Estávamos ambos tão envolvidos no nosso “mundo” que nem demos por alguém chegar

“Bill?”