sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Peço imensas descuplas pela demora, mas não tenho tido tempo nenhum para escrever. Assim que puder posto mais... Obrigada a todos os leitores!!

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

By your side (Bill and Tom Kaulitz) - Capitulo 21

Desculpem o atraso... =D


Dedicated to Amy Allen...


Normal P.O.V

“Então e esta noite, vamos ao bar do meu tio?” perguntou o Georg entusiasmado ao Tom

“Sim! É mesmo disso que eu estou a precisar…” respondeu o Tom

“E o teu irmão também vem, ou está a pensar ficar o dia todo no quarto a divertir-se?” perguntou o Gustav

“Não sei, espera, eu vou chamá-lo…” disse o Tom e levantou-se

Quando chegou ao quarto, bateu à porta. Eu e o Bill estávamos deitados na cama a ver televisão e a “namorar”.

“Entra!” disse-lhe

“Os rapazes estão a perguntar por vocês, eles querem combinar ir sair hoje…” disse o Tom

“Ok, nós vamos já…” respondeu o Bill e o Tom saiu, voltando para a sala

Quando descemos não vimos ninguém na sala, tinham ido todos para a piscina.

“Então o casalinho já fez tudo o que tinha a fazer?” perguntou o Georg no gozo

“E desde quando isso é informação para os teus ouvidos?” respondi também num tom de gozo

“Ai que agressiva! Já não se pode ser simpático…”

“Simpático podes, agora essas boquinhas é que não te ficam lá muito bem Georg…” disse forçando para não me rir

“Wow essa doeu!” disse o Andreas a rir-se

“Se tivéssemos sozinhos eu logo te dizia o que me fica realmente bem, mas fica para outra ocasião…” disse o Georg com um olhar sedutor

“Bem não te estiques!” resmungou o Bill

“Sim Georg, é melhor noutra ocasião porque podes chocar alguém e não queremos ninguém no hospital…” disse e o Georg manteve-se calado

“Importam-se que eu convide mais uma pessoa para se juntar à festa?” perguntei

“Não, estás à vontade, assim pode ser que o Georg se entretenha um pouco…” respondeu o Bill

“Ok, então eu já venho…” disse e sai do jardim, para ir buscar o meu telemóvel. Quando cheguei, procurei-o na cama e quando o achei marquei o número da Christine.

“Estou?” respondeu ela quando atendeu

“Estou, Christine! Estás ocupada?” perguntei-lhe

“Não, porquê?”

“Queres vir aqui a casa? Estão todos na piscina, por isso traz bikini…”

“Todos?”

“Sim, eu depois apresento-te… Vens?”

“Ok! Estou ai dentro de 10m…”

“Ok, até já!” respondi e desliguei o telemóvel. Depois, comecei a procurar por o meu bikini, para me poder juntar a eles na piscina. Quando o encontrei, fui para a casa de banho para o poder vestir, era às riscas preto e cor-de-rosa. Depois vesti uma mini-saia de ganga e olhei-me ao espelho. Quando estava pronta desci para a sala para esperar pela Christine. Passados uns 5 minutos, oiço a campainha tocar e vou abrir. Era a Christine e trazia vestida uma mini-saia preta e uma t-shirt azul clara.

“Então onde estão os rapazes??” perguntou a Christine entusiasmada entrando em casa

“Estão todos na piscina… Queres ir primeiro pôr as coisas no meu quarto?”

“Sim, pode ser…” respondeu e dirigimo-nos para o meu quarto. Quando chegámos, ela despiu a t-shirt e colocou-a em cima da cama, juntamente com a sua mala.

“Então e o Bill reparou que tu e o Tom…”

“Sim, mas eu já lhe contei o que se passava…”

“Sério? E o que é que ele te disse?”

“Que já não era a primeira vez que isto acontecia, que ele já tinha tentado seduzir outras namoradas dele…”

“Bem, então esse Tom é mesmo um c*****!”

“Eu acho que ele não faz por mal…”

“Sim, sim…”

“Bem, não sei… O que importa e que as coisas entre mim e o Bill estão bem…”

“Sim… Bem vamos?”

“Sim!” respondi e dirigimo-nos para o jardim

Quando lá chegamos, ficaram todos embasbacados a olhar para nós… ‘wow, será que nunca viram uma rapariga de bikini? Que sobrenatural… ’ pensei

“Esta é a Christine!” disse apresentando-a ao grupo

“Christine este é o Andreas, o Georg e o Gustav…” disse apontando para cada um deles

“Olá!” disse a Christine com um sorriso

“OLÁ!” responderam os três em coro com um sorriso estúpido na cara

“Rapazes… sempre os mesmos…” resmunguei

“Vamos entrar?” perguntou-me a Christine

“Sim, mas com estilo…” disse e ri-me, ela já sabia do que eu me estava a referir. Ela olhou para mim, acenou positivamente com a cabeça e ambas saltamos para a piscina em forma de “bomba”, salpicando-os a todos. Quando voltámos à superfície, começamo-nos a rir.

Passamos assim o resto do dia, na brincadeira na piscina, com o Georg sempre a tentar atirar-se à Christine e ela a dar-lhe barra. xD A sério, uma cena digna de um filme de comédia. Digamos que o Georg não tem lá muito jeito para a coisa e que a Chritine é a melhor no que diz respeito a barras, por isso imaginem…

Quando a Simone chegou a casa, a Christine, o Andreas, o Gustav e o Georg, foram para casa para se prepararem para irem sair e eu o Bill e o Tom fomos também nos despachar. Depois de uma eternidade, decidi que levava vestido uma saia de ganga com renda preta na bainha e umas sabrinas também pretas. Quando estávamos prontos, descemos para irmos jantar.

Quando acabámos, saímos para nos irmos encontrar com o resto do pessoal.



domingo, 9 de novembro de 2008

By your side (Bill and Tom Kaulitz) - Capitulo 20


Desculpem o atraso, mas como fiz anos na sexta, isto tem sido uma confusão e não consegui escrever nada, mas aqui está mais um capitulo. Obrigada pelos comentários e espero que gostem... =D



“Porque é que demoraram tanto?” perguntou o Bill

“A…. Eu… não conseguia achar a saída, estava um pouco perdida, mas vá lá que encontrei o Tom e chegamos à saída…” disse um pouco atrapalhada olhando para o Bill e depois para o Tom. ‘Oh não, ele já começou a desconfiar de algo. Tenho de parar com este jogo!’ pensei e reparei que a Christine estava a olhar para mim um pouco confusa, mas não se manifestou.

“Sim, ela andava feita barata tonta e eu lá a orientei!” disse o Tom rindo-se, enquanto me ajudava nesta pequena mentira. Ok, talvez não fosse assim tão pequena, mas eu não tinha outra hipótese.

“Ok, então vamos? O Andreas, o Gustav e o Georg combinaram ir hoje lá a casa…” disse o Bill

“Ah pois é… Já me esquecia! Então vamos…” respondeu o Tom

“Olhem vocês podem ir andando para casa que eu vou levar a Christine a casa e depois já vou ter com vocês, ok?” perguntei-lhes

“Ok, ate já!” disse o Bill e deu-me um beijo leve nos lábios

“Até já!” respondi afastando-me deles, acompanhada da Christine

“Olha lá o que é que se passou ali? O que é que andas a tramar desta vez?” perguntou-me a Christine

“Eu? Nada!”

“Podes conseguir enganar o Bill, mas a mim não me enganas. Eu sei que tu não estavas perdida, nesta ultima parte não existem portas por isso não há como te perderes…”

“Possa, às vezes detesto que me conheças tão bem…” disse rindo-me

“Vá, desembucha!” disse a Christine

“Eu e o Tom… nós… nós….”

“Sim, vocês…”

“Nós temos tido assim uns momentos que não deveriam de acontecer…” disse atrapalhada

“Momentos? Não me digas que tu e ele…”

“Não, achas!? Ele apenas não consegue aceitar a ideia de que eu e o Bill namoramos e anda sempre a atirar-se a mim… Pelo que tu viste do Tom, é bastante difícil resistir-lhe, mas eu tenho feito o meu melhor e desta foi de vez. Disse-lhe mesmo para ele se afastar de mim, não posso trair o Bill, eu amo-o e não sou esse tipo de pessoa…”

“Pois e eu acho que é o melhor que tu tens a fazer! Se namoras com o Bill, tens de estar apenas com ele, ser-lhe fiel…” disse a Christine

“Sim! O que eu sinto pelo Tom é apenas desejo, nada mais e isso não significa nada perante o amor que sinto pelo Bill.”

“Então, mas há mais alguma coisa que não me estás a contar…”

“O quê?” peguntei confusa

“O Bill, e tu…”

“O que tem?” perguntei sabendo do que ela se estava a referir, mas a tentar evitar o assunto

“Vocês já…”

“Nós o quê?”

“Não enroles, tu sabes o que eu te estou a perguntar! Eu sou tua amiga, podes confiar em mim…”

“Sim…” disse envergonhada

“Sim??” perguntou a Christine espantada

“Sim!”

“E como foi?” perguntou curiosa

“O que achas? Foi óptimo!”

“Ainda bem, estou muito feliz por ti Katie, espero que as coisas resultem entre vocês…”

“Também eu, eu não o quero perder!”

“E não vais…”

“Espero bem que não!”

“Bem chegamos, não te esqueças de me manter informada de tudo e de me vir visitar…” disse a Christine

“Claro que não, e tu também me podes ir visitar de vez em quando…”

“Está bem! Adeus…” disse despedindo-se de mim com dois beijos na cara e entrando em casa

Comecei a caminhar de regresso a casa. Pelo caminho, passei pela minha casa. Continuava igual, tudo o que fazia parte da minha vida estava agora reduzido a cinzas. Ver aquele cenário outra vez era demais para mim, por isso continuei a caminhar para o que era agora, a minha casa.

Quando lá cheguei, o Georg, o Gustav e o Andreas já estavam com o Tom na sala, mas o Bill não estava lá.

“Olá!” disse cumprimentando todos

“Olá Katie!” responderam

“O Bill?” perguntei ao Tom

“Está no quarto, não quis vir já para aqui…”

“Ok, eu vou lá ter com ele…”

“Ok” respondeu o Tom

Comecei a subir as escadas, até chegar à porta do quarto do Bill. A porta estava entreaberta e o Bill encontrava-se ao pé da janela a observar algo ou apenas a pensar em algo. Bati à porta e ele olhou para mim.

“Entra…”

“O que se passa?” perguntei, aproximando-me dele

“Eu preciso de falar contigo…” disse sério

“O que foi?” perguntei preocupada

“O que é que se passa entre ti e o meu irmão?”

“Entre mim e o teu irmão?”

“Sim. Não me mintas…”

“Está bem… Eu… eu e o Tom beijámo-nos…” disse com o olhar em baixo e o Bill apenas se manteve em silêncio a olhar para mim. “Isso aconteceu antes de nós começarmos a namorar, mas o Tom agora pensa que gosto dele e não me deixa em paz… Hoje no parque de diversões, nós demorámos porque o Tom tentou beijou-me outra vez, mas eu afastei-o e disse-lhe que ele tinha de parar e que era a ti que eu amava…” disse com as lágrimas nos olhos e o Bill continuava imóvel a olhar para mim com um olhar triste.

“Desculpa” disse e virei-me para sair do quarto

“Espera…” disse o Bill e eu voltei a olhar para ele. “Foi mesmo ele que te beijou ou foste tu que o beijas-te?”

“Ele beijou-me… Bill eu não te quero perder, eu amo-te e eu sei que tu sabes isso, mas eu compreendo que estejas magoado comigo, o que eu fiz não tem perdão…” disse e virei costas de novo

“Já não é a primeira vez que isto acontece…” disse o Bill e eu virei a minha atenção para ele

“O quê?” perguntei confusa

“Não é a primeira vez que o Tom faz isto… Ele fez o mesmo com a minha ex-namorada, mas eu não liguei muito, porque pensei que fosse apenas um impulso. Sabendo que o Tom é um mulherengo e que não se controla perto de raparigas, eu perdoei, mas mais tarde fiquei a saber que ele tinha conseguido levá-la para a cama.” disse um pouco revoltado

“Quer dizer que não sou a primeira das tuas namoradas que o Tom tenta seduzir?”

“Sim…”

“Pois, mas comigo ele não se safa, porque eu amo-te de verdade e não era capaz de fazer isso…”

“Eu sei, mas isto não pode ficar assim...”

“Bill ele é teu irmão o que é que vais fazer? Eu acho que devias esquecer isto. Eu não me aproximo mais do Tom, eu sou só tua!”

“É que não consigo perceber como é que ele é capaz de me fazer isto…”

“Ele ainda não pensa muito nas coisas que faz, ele não consegue controlar o seu desejo por raparigas e na minha opinião, eu acho que até nem o faz por mal. Eu sei que ele também te adora, mas é apenas a sua maneira de ser…”

“Mas eu acho que ele devia fazer um esforço para se controlar…”

“Então porque é que não conversas depois com ele sobre isso?”

“Sim, é o que vou fazer. Obrigado por teres sido sincera comigo. E quero que saibas que também te amo!” disse e aproximou-se de mim, pondo as suas mãos na minha cintura

“Isso quer dizer que não estás chateado comigo?” perguntei olhando-o nos olhos

“Não!” disse e beijou-me enquanto me puxava ainda mais para junto dele

“Amo-te” disse-me quando quebramos o beijo, olhando-me nos olhos como se olhasse para a minha alma

“Eu também!” respondi e voltamo-nos a beijar




terça-feira, 28 de outubro de 2008

By your side (Bill and Tom Kaulitz) - Capitulo 19


Dexculpem a demora, mx tenho andado km um "bloqueio", ñ conseguia escrever nem uma linha que parecesse razoável. E km queria que lessem alguma coisa de jeito preferi esperar. Ah e a escola tmb ñ tem ajudado mt. xD Bm chega d conversa, espero que gostem deste capitulo e ñ xe esquexam de comentar! =D



“Bem vamos?” perguntei

“Sim, deixa-me só ir buscar a minha mala…” disse a Christine

Depois de 30 minutos a caminhar, chegámos ao nosso destino, o parque de diversões.

“Chegámos!” disse entusiasmada

“Eu não acredito, que fixe!” disse o Bill super contente

“Vês, eu disse-te que ias gostar!”

“Sim!”

“Então e onde querem ir primeiro?” perguntou a Christine

“Montanha-russa!” disse-lhe com um sorriso

“Fixe!” disse a Christine e dirigimo-nos para o local onde estava a montanha russa

Depois de uma volta emocionante na montanha-russa, decidimos ir todos para os carros de choque, onde eu e o Bill íamos num carro e o Tom e a Christine iam noutro. Eu sabia que ela desconfiava que eu e o Bill namorávamos, ela conseguia sempre descobrir o que se passava comigo, não sabia como ela o fazia, mas era perita nisso. Mas por outro lado, o Bill também começava a desconfiar de algo entre mim e o Tom, pois havia imensas trocas de olhares entre nós. Quando eu olhava para o Tom ele agarrava-se mais à Christine, como que a querer fazer me ciúmes. Detesto dizer isto, mas estava a resultar. Não estava nada a gostar de vê-lo atirar-se à minha melhor amiga.

Depois de algumas voltas nos carrinhos de choque, decidimos fazer uma pausa para comer, então fomos buscar o que queríamos comer e sentámo-nos num banco de jardim a comer.

“Bem este parque é mesmo fixe, nunca tinha vindo aqui…” disse eu

“Pois eu já vim aqui algumas vezes e adoro!” disse a Christine

“Então e vocês também estão a gostar?” perguntei ao Bill e ao Tom

“Sim, é fixe…” responderam os dois

“Sabes, aqui nesta feira há uma Casa Assombrada super fixe…” disse a Christine

“Sério? Temos de ir lá!” respondi empolgada

“Então podemos ir depois de comermos…”

“Ok!” respondi contente

Quando acabamos de comer dirigimo-nos para a Casa Assombrada da qual a Christine tinha falado, e ela tinha razão, parecia mesmo real. Se o aspecto exterior já era real eu nem queria imaginar o interior, mas estava super curiosa e empolgada para entrar. A Christine estava também super entusiasmada, pois ela gosta deste tipo de coisas tanto como eu. Quanto ao Bill já não se pode dizer o mesmo, a sua expressão dizia tudo, parecia estar aterrorizado por ter de entrar num sítio daqueles e o Tom apenas se limitava a observar a Casa.

“Vamos? Vocês vão adorar, é super assustadora!” disse a Christine e ouvimos o Bill engolir em seco como quem está apavorado. Olhámos todos para o Bill e começamos a rir.

“Se não quiseres não é preciso ires!” disse olhando para o Bill

“Ele é mesmo um mariquinhas! Bill aquilo não é realidade!” disse o Tom

“Eu sei, mas eu não gosto muito…” disse o Bill a tentar-se defender

“Não faz mal, não precisas de entrar…” disse a Christine

“Sim, podes esperar aqui por nós, nós não demoramos muito…” disse eu

“Ok, vão lá que eu espero aqui por vocês…” respondeu o Bill

“És sempre o mesmo!” protestou o Tom

“Olha quem fala!” ripostou o Bill

“Vá meninos! Não vão começar pois não?” perguntei-lhes

“Ele é que me está sempre a chatear-me!” disse o Bill

“Vá vamos!” disse a Christine e começamos a dirigir-nos para a entrada da Casa Assombrada.

Assim que pagamos os bilhetes para entrarmos, um senhor com um aspecto muito assustador, indicou-nos o caminho. A casa era muito escura, parecia mesmo uma casa abandonada e estava decorada com mobília que parecia ter séculos. A primeira a entrar foi a Christine, depois eu e em seguida o Tom. Eu adoro este tipo de coisas, mas tenho de admitir que às vezes assusto-me mesmo a sério. Começamos a caminhar os três muito juntos, mas a Christine que já conhecia a casa, começou a ganhar-nos algum avanço. Estava a achar bastante estranho ainda não ter acontecido nada para nos assustar, mas mesmo assim continuamos a andar. Já estávamos a sair da primeira sala que tínhamos entrado, quando um esqueleto que estava na parede, mas que devido à luz não se via, começou a fazer um ruído alto e a mexer-se freneticamente, fazendo com que eu desse um salto enorme, aterrando praticamente em cima do Tom. Ficámos durante algum tempo abraçados a olhar um para o outro, os seus lábios já estavam praticamente colados aos meus, quando de repente o esqueleto começa a mexer-se de novo, fazendo com que ambos saltássemos com o susto. Depois de recuperar do susto, lá consegui pronunciar algo.

“Possa odeio este esqueleto!” disse chateada

“A quem o dizes!” disse e ambos nos rimos

Continuamos a nossa viagem pela casa, onde passámos por coisas que fizeram-nos saltar como nunca tínhamos saltado antes. Mas eu adorava aquela adrenalina de quando não estávamos à espera que algo acontecesse, quando o ambiente estava calmo e de repente algo aparecia e fazia-nos morrer de susto. Passados alguns compartimentos da casa e de muitos sustos, consegui perceber que já estávamos a chegar ao fim porque já conseguia avistar a saída. Continuei a caminhar para me dirigir à saída, mas o Tom impediu-me que eu o fizesse, agarrando o meu pulso e puxando-me para ele. As nossas faces estavam apenas a milímetros uma da outra e eu conseguia sentir a sua respiração acelerada. Eu sabia que ele me desejava e ele sabia que eu também o desejava, mas ambos tínhamos consciência de que esse desejo não poderia ser satisfeito. Ele olhava para os meus lábios, como que a pedir que eu o beijasse, mas eu tentava com todas as minhas forças controlar o meu corpo, que neste momento tinha mais poder do que a minha consciência. Não consegui tomar o controlo e deixei que ele me beijasse, um beijo selvagem mas doce ao mesmo tempo. Enquanto nos beijávamos, ele encostou-me à parede, percorrendo o meu corpo com as suas mãos.

“Tom, nós não podemos!” disse afastando-o de mim

“Mas eu sei que tu me queres tanto com eu te quero a ti!” disse o Tom a tentar-se aproximar de mim outra vez

“Sim eu posso querer, mas eu estou comprometida com o teu irmão. Não lhe posso fazer isto, ele é teu irmão!” disse afastando-me

“Eu sei que não devemos, mas tu deixas-me completamente fora de controlo. Sempre que estou perto de ti só me apetece beijar-te e nunca mais te largar. Custa-me saber que é o meu irmão quem te pode ter só para ele…”

“Eu sei, mas não podemos! Eu não posso fazer isto ao Bill, ele não merece, muito menos da tua parte. Ele confia em ti e não podemos simplesmente trai-lo! Desculpa Tom…” disse a afastei-me dele em direcção à saída, onde o Bill e a Christine estavam à nossa espera.




segunda-feira, 13 de outubro de 2008

By your side (Bill and Tom Kaulitz) - Capitulo 18


Comentem ok? *-*



“Toca a acordar seu dorminhoco…” disse dando-lhe um beijo leve nos lábios

“Mas estou tão bem aqui contigo…” disse abraçando-me ainda mais

“Eu sei Bill, mas vais ver que o dia de hoje vai ser divertido! Vá vamos…” disse tentando me soltar do seu abraço

“Hmm, o que vamos fazer?”

“É surpresa!”

“Surpresa? O que é?” perguntou o Bill curioso sentando-se na cama

“Se é surpresa não te posso contar!”

“Oh, vais me deixar curioso?” perguntou o Bill fazendo-me uns olhinhos que ele sabia que me deixavam completamente indefesa

“Vou!” disse resistindo ao seu olhar e sorrindo enquanto me levantava da cama

“Ei onde vais?” disse surpreso

“Tomar banho, porquê? Queres me fazer companhia?” disse com um sorriso maroto encostada à porta da casa de banho que havia no meu quarto

“Hm já que insistes…” disse levantando-se da minha cama e vindo na minha direcção

“Já que insistes? Então agora já não tens direito a banho em conjunto!” disse e entrei para a casa de banho e fiquei encostada à porta a rir-me baixinho

“Oh Katie, vá lá! Eu sei que tu queres…” disse o Bill do outro lado da porta para que eu lhe abrisse a porta

“Pois quero, tomar banho sozinha…”

“Ai sim? Então está bem, hoje também já não te faço companhia à noite…”

“Isso é chantagem menino Bill!”

“Está a resultar?”

“Não!”

“Ok, então eu vou embora…” disse o Bill afastando-se da porta

“Não!” disse-lhe ao mesmo tempo que abri a porta

“Eu sabia que não me conseguias resistir!” disse o Bill com um sorriso

“Não sejas tão convencido!”

“Convencido? Eu já te digo quem é convencido…” disse e começou a fazer-me cócegas. Não consegui aguentar e acabamos por cair os dois no chão, ele em cima de mim.

“Não Bill, pára, pára…” disse entre risos implorando para que ele parasse de me fazer cócegas

“O que é que eu levo em troca?” disse parando

“Quer dizer fazes me cócegas e ainda queres algo em troca?”

“Ok, então não paro…” disse continuando a fazer-me cócegas

“Não, não, Biiiiiiiiiill… Ok, desisto!” disse já não aguentando mais as cócegas

“Isso quer dizer que sempre posso tomar banho contigo?”

“Siiiimmm, mas pára por favor…” disse e ele parou

“Tu és cruel!” disse a olhá-lo nos olhos

“Eu sei que me adoras…” disse sorrindo e dando-me um beijo nos lábios

“A tua sorte é que eu não consigo resistir, senão estavas feito menino Bill!” disse dando-lhe um beijo rápido nos lábios enquanto o tirava de cima de mim para me levantar

“Ainda quero saber onde vamos hoje!” disse o Bill levantando-se do chão

“Logo vês quando lá chegarmos, só te posso dizer que a Christine e o Tom também vão connosco…” disse começando-me a despir

“O que será que vocês andaram a combinar… Eu não aguento estar curioso…” disse o Bill começando-se a despir também

“Pois mas parece que desta vez vais ficar…” disse e entrei para a banheira, onde o Bill entrou a seguir

“Cada dia que passa está mais bonita…” disse passando a sua mão pelo meu peito

“O que tu queres já eu sei!”

“Hm e porque não? Não queres?” disse com um sorriso maroto

“Porque será que me dificultas sempre essas respostas?” disse e depois beijei-o

Depois de vários beijos e carícias, acabámos por fazê-lo ali, debaixo do chuveiro, o que tornava o momento numa sensação incrível. Sempre que fazíamos amor, dávamos tudo de nós, era como se depositássemos naquele preciso momento, todo o amor que sentíamos um pelo outro, sentimento esse que ia crescendo de dia para dia. Muitas pessoas fazem sexo apenas por fazer, porque lhes dá prazer apenas, mas no nosso caso o sexo era muito mais que isso, era um momento que unia os dois, num ambiente de paixão, atracção e prazer.

Quando estávamos prontos, descemos para tomarmos o pequeno-almoço e o Tom já estava na cozinha.

“Bom dia!” eu e o Bill dissemos em conjunto

“Bom dia!” respondeu o Tom não muito entusiasmado

“Tom, hoje tenho o dia planeado para nós. Não tens nada combinado pois não?” perguntei-lhe

“Hmmm, acho que não…”

“Ok, então às 2.30h temos de estar todos prontos ok?”

“Ok!” responderam os dois

“Mas o que vamos fazer?” perguntou o Tom confuso

“É surpresa…” disse com um sorriso

“Surpresa?”

“Não tentes saber o que é porque ela não te vai dizer mano…”

“Hmmm, ok!” disse o Tom pouco interessado, continuando a comer

Eu não aguentava estar nesta situação com o Tom, o ambiente entre nós não era nada positivo e eu não queria perder a sua amizade só porque as coisas entre nós não resultaram.

“O que acham de irmos ver um DVD enquanto esperamos para que sejam 2.30h?” perguntei-lhes

“Acho boa ideia!” disse o Bill

“E tu Tom?”

“Ah, sim… Eu por mim tanto me faz…” disse despertando dos seus pensamentos

“Ok, então eu vou escolher enquanto vocês acabam de comer…” disse saindo da cozinha e indo para a sala

“O que se passa contigo?” perguntou o Bill para o Tom

“Nada, apenas estou cansado, não dormi muito bem…”

“Só isso de certeza?”

“Sim!”

“Há algo que me andas a esconder! Sabes que sou teu irmão, podes confiar em mim e contar-me o que se passa…” disse o Bill

“Já disse que não se passa nada!”

“Pronto, ok!”

“Vamos?” perguntou o Tom levantando-se da mesa

“Sim!” respondeu o Bill e dirigiram-se para a sala

“Meninos eu não sei se vão gostar do que eu escolhi, mas eu adoro este filme!” disse olhando para eles com o DVD na mão

“Piratas das Caraíbas?” Perguntou o Bill

“Sim, porquê, não gostas?”

“Gosto, só não sabia era que também gostavas…”

“E tu Tom?” perguntei-lhe

“Ya, eu também gosto…”

Sentámo-nos no sofá grande a ver o filme, o Bill do meu lado direito e o Tom do meu lado esquerdo. De vez em quando eu via pelo canto do olho que o Tom me estava a observar, mas eu continuava a prestar atenção ao filme, não podia deixar que o Bill percebesse que se passava alguma coisa entre mim e o Tom. Eu sabia que isto não era fácil para o Tom, mas o que ele tinha a fazer agora era aceitar e seguir com a sua vida.

Quando o filme acabou já eram duas horas, por isso fomos preparar as coisas para irmos ter com a Christine. Quando já estávamos todos prontos, saímos.

Quando lá chegamos, eu bati à porta e ela veio abrir.

“Katie!”

Christine!” disse e depois abraçamo-nos

“Olá rapazes!” disse a Christine quando quebramos o abraço

“Olá!” responderam os dois

Consegui reparar que houve uma troca de olhares entre o Tom e a Christine. O que seria aquilo?


P.S: Que caretas são essas meninos? xD

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

By your side (Bill and Tom Kaulitz) - Capitulo 17


Espero que gostem xD



… era a Christine!

“Amanhã queres combinar algo? Já tenho saudades! Küss” Sorri quando li a sua mensagem, por acaso também tinha bastantes saudades dela, mas com tantos problemas, que nem tenho tido tempo para estar com ela.

“Claro!! Também já estou a morrer de saudades… Planos a duas ou podemos ter companhia connosco? XD” respondi-lhe

“Podes trazer companhia… estava a pensar em irmos ao parque de diversões… O que achas?”

“Acho óptimo! Era mesmo isso que eu estava a precisar!”

Ok, então está combinado! Amanhã às 3h na minha casa…”

Ok, ate amanhã! Küss

“Ate amanhã… Kiss

Quando acabamos de enviar mensagens uma à outra, deitei-me na minha cama a ver um pouco de TV, mas não estava a dar nada de interessante e como não tinha sono, levantei-me para ir ao quarto do Bill. Não me apetecia estar sozinha, precisava da sua companhia… =P

Levantei-me da cama e de mansinho caminhei até ao quarto do Bill, mas ele já estava a dormir e eu não o queria acordar. Aproximei-me dele, acariciei-o e depois beijei-o na face. Em seguida saí do seu quarto e como não queria mesmo nada estar sozinha, decidi ir ter com o Tom. Afinal, nós tínhamos de falar…

Assim que cheguei à porta do seu quarto bati à porta e ele disse que eu podia entrar.

“Então ainda acordada? Não consegues dormir?” perguntou o Tom que estava deitado na cama a ouvir musica

“Não… E não me apetece estar sozinha…” disse com uma voz meiga

“Anda cá...” disse o Tom chamando-me para a cama e eu comecei a dirigir-me para lá, mas com passos demorados

“Tom… tu estás chateado comigo?” perguntei-lhe quando me sentei na cama

“Eu? Não…” respondeu rápido

“De certeza? Quase que não me falas e a maneira como reagiste quando te contei que namorava com o teu irmão…”

“Eu sei, mas eu apenas ainda não me habituei à ideia que não te posso ter, que o meu irmão conquistou-te primeiro…”

“Tens de te habituar à ideia Tom, não podes ficar assim comigo para sempre… Eu admito que gostei de ti, mas o sentimento pelo teu irmão é mais forte…”

“E porque é que não me deixaste tentar? Porque é que não me deixaste mostrar-te o que eu sinto por ti? Eu sei que andas com o meu irmão, mas eu continuo a desejar-te…” disse aproximando-se de mim, mas eu afastei-me

“Porque é que foges de mim?”

“Sabes que não pode acontecer nada entre nós, eu agora sou namorada do teu irmão!” disse levantando-me da cama

“E porque é que insistes em lembrar-me disso? Podíamos esquecer esse assunto por um pouco e deixar-nos levar pelo momento!” disse levantando-se também da cama e aproximando-se de mim

“Não Tom, não podemos, não posso…” disse afastando-me até ficar encostada à porta do quarto o que fez com que ele continuasse a avançar na minha direcção

“Podes e queres, estás é a fazer-te de forte…”

“Não, eu não quero…” disse não muito segura do que estava a dizer, porque é que ele me estava a fazer isto? Porque é que ele me torturava desta maneira? Eu não podia trair o Bill, não podia e não o ia fazer…

“Diz-me que não queres isto…” disse agarrando-me suavemente e beijando os meus lábios em seguida. Eu não queria fazer aquilo, mas ao mesmo tempo era quase impossível resistir-lhe. Não lutei muito para o afastar de mim pelo contrário, continuei a beijá-lo e passado um bocado ele separou os seus lábios dos meus. “Eu sabia que querias!” disse o Tom com um sorriso

“Não, não queria! E espero que isto não se volte a repetir!” disse com as lágrimas nos olhos e afastei-o de mim.

Corri o mais rápido que pude para o meu quarto, fechei a porta e atirei-me para a minha cama a chorar. Por um lado eu queria beijar o Tom e muito mais, mas o que eu sentia por o Tom era mero desejo, que com o tempo tinha de aprender a controlar. O que eu sentia pelo Bill era muito próximo do amor e eu não queria perder esse sentimento por um mero desejo, ainda por cima com o seu irmão. Eu não era o tipo de rapariga de trair alguém, nem um amigo, quanto mais o meu próprio namorado. Eu conseguia perceber no olhar do Tom que o que ele sentia por mim também era puro desejo e não um sentimento profundo, que me fizesse pôr tudo em risco por ele. O sentimento de culpa apoderava-se agora de mim, por ter traído o Bill com o seu próprio irmão. Eu sei que foi apenas um beijo e que nem foi por minha iniciativa, mas eu sentia-me culpada na mesma e não conseguia parar de pensar no Bill, em como eram bons os momentos que tínhamos passado juntos.

Desliguei a televisão do meu quarto e fui para o quarto do Bill, entrei e deitei-me ao seu lado.

“Bill, posso dormir contigo? Não quero estar sozinha…” disse baixinho enquanto o acariciava. Ele abriu os olhos com alguma dificuldade e olhou para mim

“Claro que podes…” disse abraçando-me bem juntinho a ele

Era assim que eu me sentia bem, que me sentia segura e confiante. Sorri e fiquei a olhar para ele a dormir, acabando por adormecer também passado algum tempo.



quarta-feira, 8 de outubro de 2008

By your side (Bill and Tom Kaulitz) - Capitulo 16

Desculpem este estar pequenino e não estar grande coisa, mas a minha cabeça já não dá para muito, acho que tou a precisar de férias outra vex xD



“Mãe, eu posso explicar…” disse o Bill atrapalhado. Quando o Bill saiu da minha frente, eu consegui ver que a Simone segurava um pacote de um preservativo vazio, o que tínhamos usado na nossa primeira vez. O que é que aquilo fazia nas mãos da Simone? Pelo olhar e o tom de voz dela, tínhamos uma longa conversa pela frente.

“Explicar? Há alguma coisa para explicar? Eu disse para vocês terem juízo!” gritou a Simone

“E nós tivemos! Usamos o preservativo…” disse o Bill enquanto eu tentava não me rir do que ele tinha acabado de dizer. Por outro lado, a Simone ficou com cara de quem estava prestes a ter um ataque cardíaco.

“Bill, atenção às respostas!”

“O que foi?” perguntou o Bill como se não percebesse o que a mãe lhe estava a dizer

“Bill, tu tens apenas 16 anos! Ainda és muito novo…”

“Isso acontece quando é o momento certo mãe, e mais tarde ou mais cedo iria acabar por acontecer…”

“Momento certo? Com 16 anos?” disse a Simone mais uma vez com o tom de voz um pouco elevado, enquanto eu observava a discussão

“Mãe?? O que é que se passa aqui?” perguntou o Tom entrando na sala devido à gritaria

“Agora não te metas Tom!” disse a Simone

“Pois é melhor não, ou ainda sobra para mim…” disse afastando-se, mas ficando na mesma a assistir à discussão

“Eu não fazia a mínima ideia de que a vossa relação já tinha chegado tão longe... Vocês têm de perceber que isso é uma coisa que é para ser feita com muita responsabilidade, coisa que pelos visto vocês não têm!”

“Simone… Posso falar consigo? Sozinhas…” perguntei-lhe um pouco a medo e o Bill olhou para mim com um olhar como de quem diz: “Tens a certeza?”

“Sim!” respondeu a Simone séria

Fomos para o jardim para podermos ter mais privacidade e sentámo-nos num dos bancos de jardim que estão perto da piscina.

“Simone eu queria pedir desculpa pelo que aconteceu… Eu sei que já ando a abusar da sua simpatia… Você ajudou-me, deu-me um lar, comida, roupa, tudo o que uma mãe deve dar a um filho e a maneira que eu tenho de lhe agradecer é começar a namorar com o seu filho. Eu sei que não é correcto e que o que fizemos foi inconsciente, mas nós fizemo-lo porque gostamos ambos bastante um do outro e simplesmente aconteceu… Desculpe!” disse evitando o seu olhar

“Mas vocês conhecem-se à tão pouco tempo…”

“Eu sei, mas eu não sei como explicar, mas cada dia que passa eu gosto mais do seu filho e não o consigo evitar. Eu queria que soubesse que não o fizemos apenas por fazer, mas sim porque significava muito para ambos…”

“Eu peço desculpa a minha reacção, mas foi um grande choque para mim saber que vocês já se tinham envolvido a esse ponto… Eu sei que não vos posso impedir de o fazer, mas peço-vos que o façam com responsabilidade acima de tudo, ok?”

“Esteja descansada, segurança acima de tudo!” disse com um sorriso o que fez a Simone sorrir também

“Bem, e agora é melhor irmos jantar…” disse a Simone

“Sim!”

O jantar decorreu normalmente e não voltámos a tocar no assunto da discussão. O ambiente ainda estava um pouco tenso entre nós, mas isso iria passar depressa. O Tom, por sua vez, estava bastante pensativo. Será que ele estava assim por causa da discussão também?

Eu no início senti uma atracção (enorme xD) pelo Tom, mas neste momento sei que é o Bill de quem eu gosto e que irei fazer de tudo para que nada estrague a nossa relação.

Quando acabamos de jantar fomos cada um para o seu quarto e quando eu já estava pronta para me deitar, recebo uma mensagem no meu telemóvel, era…