quinta-feira, 4 de setembro de 2008

By your side (Bill and Tom Kaulitz) - Capitulo 1

Decidi comecar a escrever esta Fic porque estava tao aborrecida e tive algumas ideias... Espero que gostem e comentem please, para eu saber se continuo a escrever ou nao... Bem aqui vai:



“Katie tens de sair do teu quarto por amor de Deus! Porque é que não vais dar um passeio ao parque?” disse a minha mãe quando entrou no meu quarto.

“Não quero! Deixa-me em paz!” Eu respondi-lhe.

“Estou farta de te ver aqui trancada, tens de te habituar à ideia de que vives na Alemanha e não em Nova Iorque. Estamos aqui à 4 anos e mesmo assim ainda não te vi com mais ninguém a não ser aquela tua amiga Christine…”

“Pois e eu não preciso de mais ninguém, eu odeio isto aqui, será que não percebes?”

“Pois mas vais ter de te habituar porque agora a nossa vida é aqui!” dito isto saiu e bateu com a porta


Credo, como eu odeio a minha vida! Tinha apenas 9 anos quando eu saí de Nove Iorque para vir morar para Magdeburg (Alemanha). Tudo era perfeito antes de eu vir morar para aqui, fui forçada a deixar tudo para trás, a minha casa, os meus amigos, familiares, tudo! E apenas porque os meus queridos pais queriam viver num sítio diferente, sinceramente não os compreendo, como e que se pode abandonar o lar que temos apenas porque queremos “viver num sítio diferente”? Eu não suporto isto aqui, esta cidade não tem nada a ver comigo, eu nem sequer compreendo bem a língua que usam aqui… Desde que nos mudamos para cá eu comecei a passar os dias inteiros fechada no meu quarto, apenas saio para comer e para ir para a escola, os meus pais não gostam que eu esteja sempre fechada em casa, mas azar, eles que não tivessem vindo para este lugar e provavelmente hoje eu seria uma rapariga perfeitamente normal e feliz. A minha rotina baseia-se em: acordar, preparar-me para a escola, escola, casa e por vezes fico um pouco na conversa com a Christine. Não tenho vontade de sair, divertir-me, nada! Apenas gosto de ficar no meu quarto a imaginar como seria se ainda vivesse junto dos meus amigos.


Como todos os dias, estava a voltar da escola quando reparei que havia uma rapariga no parque e que estava um grupo de raparigas à sua volta a gozarem com ela e a empurra-la. Não consegui vê-la naquela situação e não a ajudar, por isso corri para junto dela para a ajudar.

“Será que vocês não têm mais nada para fazer a não ser meterem-se com os outros? Porque é que não vão para casa brincar com as vossas bonecas? E que sinceramente não estou a ver o que é que ganham em estarem a gozar com os outros! Bazem mas é daqui!” disse-lhes a gritar

“Quem é que tu pensas que és?” uma rapariga loira (que parecia ser a “líder” do grupinho) disse

“Nem te atrevas a discutir comigo, porque aviso-te já que comigo não te safas. Por isso podes pegar nas tuas amiguinhas e sair já daqui se não queres que eu comece a tomar medidas drásticas!” ao dizer isto levanto o punho à medida da sua cara como sinal de aviso

“Isto não fica assim!” disse ela enquanto se afastava

“Obrigada!” disse a rapariga mas de forma bastante tímida

“De nada, eu odeio-as, pensam que são melhor que os outros e passam a vida a fazer mal, mas a mim elas não me metem medo!” disse eu ainda a olhar para o grupo de raparigas a afastar-se, mas consegui ver a rapariga a sorrir “Já agora como te chamas?” não sabia porquê mas algo me dizia que nós ainda iríamos ser grandes amigas

“Christine! E tu?”

“Katie! Moras aqui perto?” perguntei-lhe

“Sim, já ali no fim daquela rua.” Disse ela apontando para a rua

“A sério? Eu também!”

“Bem, então vamos?”

“Sim!” respondi-lhe e começamos a caminhar para casa

“Queres entrar?” a Christine perguntou-me assim que chegamos à porta da sua casa

“Pode ser…”


Ficamos a tarde toda na conversa e desde esse dia que passamos praticamente todas as tardes juntas, tornamo-nos inseparáveis e não podia pedir por uma amiga melhor que ela. Por incrível que pareça, ela também se mudou de Nova Iorque para aqui mas foi quando tinha apenas 4 anos e também não se integrou muito bem. Os pais dela vieram para cá por causa do trabalho e praticamente ela passa os dias inteiros sozinha em casa, não suporto vê-la assim mas não posso fazer nada para a ajudar, ela diz que não se importa de estar sozinha mas algumas vezes que ela vai dormir à minha casa eu vejo que ela chora antes de dormir, mas faz tudo para que eu não repare.


1 comentário:

Anónimo disse...

olha so para te disser a tua fanfic esta optima epa kuer disse ro 1 capitulo o 2 pou 3 ppode nao estar na mas o primeiro ets lindo e tambme começaste muito bem

xau bjs